Sou mãe brasileira e, quando decidimos vir para cá, tudo foi um grande desafio. Adaptação, saudade, dificuldades financeiras e emocionais… Houve momentos em que pensei que não conseguiríamos chegar até ao fim do curso.
O meu filho também sentiu muito. Houve fases difíceis, de desânimo e incerteza. Manter-se firme até ao final não foi fácil. Mas foi precisamente aí que a EPA fez toda a diferença. Nunca nos sentimos sozinhos. Houve diálogo, compreensão e um acompanhamento próximo que nos deu força para continuar. Para mim, como mãe e imigrante, saber que existe uma Escola que apoia nos momentos difíceis e que acredita no potencial de cada um, não tem preço. Hoje, ver o meu filho concluir esta etapa é uma vitória nossa — mas também é reflexo do compromisso, da humanidade e da diferença que esta escola faz na vida das famílias.